estou de volta, finalmente para contar umas coisas, nâo muito agradáveis. mas nâo vai ser hoje que eu não estou com paciência. Hoje é só coisas bonitas, é que eu voltei a trabalhar em artesanato, estou radiante ajuda-me a esquecer uma série de coisas. aconselho a todas as pessoas a arranjarem um hobbie, limpa a cabeça e a alma.
Sunday, June 04, 2006
olá, estou de volta
estou de volta, finalmente para contar umas coisas, nâo muito agradáveis. mas nâo vai ser hoje que eu não estou com paciência. Hoje é só coisas bonitas, é que eu voltei a trabalhar em artesanato, estou radiante ajuda-me a esquecer uma série de coisas. aconselho a todas as pessoas a arranjarem um hobbie, limpa a cabeça e a alma.
Saturday, September 18, 2004
Anos 60
Como já devem ter reparado, nasci nos anos 60, ah! como tenho saudades dessa época, é claro que a nível politico ninguém no seu juizo perfeito pode ter saudades dessa época, mas a amizade, a confraternização, a humildade, entre o nosso povo deixa saudade.
Apesar de ser ainda uma criança, lembro-me que bonita era a amizade entre os vizinhos, os colegas nos locais de trabalho, o facto de se estrear uma roupa nova fazia-nos feliz, uma pequena festa de aniversário era bem pensada todo o ano e lembro-me perfeitamente que quando o meu pai teve o seu primeiro carro foi uma festa na nossa rua, vizinhos e amigos partilharam connosco toda aquela alegria, como coisas tão banais nos nossos dias, naquela altura eram tão importantes para nós.Lembro-me ainda que os bailaricos eram frequentes na passagem de ano, no carnaval, e em outras ocasiões sempre tão animados, agora onde se pode dar um pézinho de dança?.... numa discoteca onde o barulho é tanto que mal podemos dizer Xau ou olá, e que ainda por cima a segurança ás vezes não é das melhores, enfim outros tempos outros costumes. Como em todas as épocas nem tudo é mau, nem tudo é bom, mas os anos 60 foram e serão sempre recordados como os anos loucos, foram os Beatles, as mini-saias, as revoltas femininas, quem viveu esses tempos jamais os esquecerá, uns por bons motivos, é claro, outros por razões que a história não deixa esquecer, seja como for, os anos 60 foram o máximo.
o dia mais feliz da minha vida
Para começar este blog quero partilhar convosco o dia mais feliz da minha vida que foi ha 20 anos, sim, o dia mais feliz da minha vida porque nascia numa maternidade de Lisboa uma menina liiinda (claro!!! só podia ser!), a minha filha Raquel.
A vida para mim nunca foi bonita mas foi a partir desse dia que tomou outro sentido para mim.
A raquel era uma bebe linda que se tornou passados que foram estes vinte anos numa mulher igualmente bonita, mas como a vida real não é um conto de fadas em que tudo esta bem e é lindo, a minha maior alegria,a minha filha, tornar-se-ia na minha maior preocupaçao, é que quando tudo indicava estar bem, ela adoece gravemente, sendo-lhe diagnosticado uma doença crónica, sem cura, sem conhecimento cientifico das suas causas, mais uma daquelas doenças que nos nao sabemos como enfrentá-las , muito menos saber como viver com elas e ainda por cima com nomes esquisitos, que nao nos dizem sequer do que se trata, pois sabem como esta se chama "Doença de Crohn" e sabem o que ela faz, simplesmente origina ulceras pelo intestino sem nunca se saber onde vai atacar que provoca perdas de sangue, originando anemias tornam a pessoa afectada fraca, doente, sem forças e com dores insuportáveis que têm de ser hospitalizadas e por vezes operadas, cortando aqui e ali bocados de intestino que vão ficando afectados com esta doença que ainda por cima é denominada, por a doença de ricos por se pensar que a sua causa está nos maus hábitos alimentares, e eu, pensando que o dia mais feliz da minha vida foi o do nascimento da minha filha, mas enganei-me, não foi esse, mas sim o dia em que eu finalmente vi que a minha filha é capaz de viver com esta maldita doença e que está comigo apesar de um grande susto, esse sim foi o dia mais feliz da minha vida, a minha filha controlou a doença e está comigo.
Quero só ainda mostrar o meu desagrado para com todas as entidades de saude sejam elas governamentais ou não, qualquer doença que seja designada crónica pressupõe-se que será para toda a vida sendo assim a pessoa que sofre de uma doença crónica terá que viver até ultimo dia da sua vida com ela, a não ser que seja feita alguma investigação e encontrada uma solução ou seja a cura. Neste caso pelo que me é dado a conhecer não tem sido feito muita coisa neste sentido, é pena, porque no meu país já existem pelo menos 25 mil pessoas afectadas por esta doença, que é frequentemente designada por doença dos ricos, quando são ricos e pobres afectados pelo mesmo, sem que seja dado qualquer tipo de apoio seja ele de orientação ou monetário para que este numero de 25 mil doentes não passe mesmo disso, um número.
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